O casamento ideal para ser feliz: serotonina e endorfina

Num universo cheio de agendas, trabalhos a cumprir e sobrecarga de funções, as mulher são as que mais sofrem com um ritmo acelerado de vida. E aí que podem surgir algumas patologias como a depressão, estresse e ansiedade, algo muito comum hoje em dia. Quantas vezes você já comeu apenas porque estava ansiosa e não porque estava realmente com fome? Fique atenta! Isso pode ser um distúrbio de serotonina ou endorfina no seu corpo e ele está tentando te avisar.

A serotonina é um neurotransmissor, ou seja, ele auxilia as informações que nosso corpo recebe a chegar ao seu destino final. Essa substância tem uma ligação direta com os transtornos do humor como depressão ou ansiedade, é essa substância que nos dá a sensação de saciedade e bem estar. Se ela estiver num valor fora dos padrões estabelecidos nossa gula por doces, massas e frituras com certeza irá aumentar. Dessa forma somos lançadas ao famoso assalto à geladeira e acabamos comendo um pouco mais de comida do que realmente precisamos e então as indesejáveis gordurinhas e os quilos a mais na balança começam a aparecer.

Ela também tem o poder de controlar outras funções do nosso corpo como o sono, TPM e enxaqueca. Mas um pequeno cuidado para não exagerar: serotonina em excesso pode inibir a libido chegando a interferir no orgasmo tanto na mulher como no homem. Corra para os “Alimentos da Felicidade”, aqueles que podem fazer o seu corpo aumentar a produção de serotonina. A banana possui triptofano, os peixes (salmão, sardinha, atum) e óleo de linhaça apresentam ômega 3 em sua composição, esses dois alimentos aumentam a produção de serotonina e o mel melhora a eficiência de sua ação no organismo, além de tantos outros como as frutas oleaginosas, o espinafre e o leite.

Outro neurotransmissor muito importante para manter a balança entre o mal humor e o bem estar é a endorfina. É ela quem produz a sensação do prazer e controla várias reações do nosso organismo frente a algumas situações estressantes, ajudando a relaxar. Para aumentar a produção dessa substância no cérebro existem alguns detalhes que podem ajudar: o chocolate (não abusem!) e a pimenta são ótimos alimentos para levar a endorfina até a faixa de normalidade. Mas o exercício físico é o grande “x” da questão. Ele consegue elevar as taxas de forma rápida e mais prolongada, até 72 horas segundo alguns estudos. A intensidade e a duração do exercício têm uma relação direta quanto a este fator. Além de todos esses degraus para a felicidade, você ainda pode contar com a ajuda do sexo para elevar os níveis de endorfina e aumentar a sensação de prazer.

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Portanto nada de ficar chorando ou se lamentando no sofá da sala em frente à televisão, é hora de tomar providências! Vá ao mercado e compre os alimentos adequados, se livre das guloseimas que ficam na cozinha com letreiros luminosos de coma-me, vista sua malha de ginástica porque está na hora de se exercitar, mas não se esqueça de fazer uma boa avaliação médica antes.

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